entre imagens partilhadas existem algumas que me dizem novidades. como é o caso desta que um amigo partilhou no facebook. eu nunca treinei um mês seguido e mesmo assim senti os benefícios da corrida. a persistência no objetivo é o que mais destaco, o não desistir das coisas... eu não sabia que só ao fim de 3 meses o metabolismo acelera e que ao 4º mês aumenta a queima de gordura. que ao 6º começa a definir... sim, também li que o esquema apresenta "erros técnicos" e blablabla, mas desta vez eu vou persistir nisto (e acho bem).
ontem, só por curiosidade, contei 125 passos por minuto. é o meu ritmo a caminhar. a correr não sei se vou conseguir contar...
sábado, 29 de setembro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
das corridas onde eu me meto...
então este sábado lá fui eu subir e descer (que descer também custa) pelas ruas de Lisboa. porque há uns 2 meses lembrei-me de me inscrever no Lisboa Urban Night Race, na corrida, porque a caminhada era pouco para mim... fui das últimas a terminar. à primeira subida, ainda antes dos 1000m fiquei arrumada! quando voltava a ganhar força nas pernas, após uma subida ou umas escadinhas, naquelas ruelas estreitas de Lisboa, onde uns cantavam fado enquanto outros jantavam, e me preparava para correr um bocadinho, tunga! mais escadinhas. o som dos meus pés a bater no chão era estranho, não controlava as pernas, não tinha força (nem fôlego). terminei com cãibras...
... e do que aprendi...
não volto a inscrever-me em provas a achar que vou treinar e estar apta para as fazer (comigo não funciona como incentivo). vou antes treinar MESMO e inscrever-me depois.
de resto foi espetacular, mas muito melhor seria ter feito isto com gente à minha volta a correr. é o que é. que vergonha... :)
... e do que aprendi...
não volto a inscrever-me em provas a achar que vou treinar e estar apta para as fazer (comigo não funciona como incentivo). vou antes treinar MESMO e inscrever-me depois.
de resto foi espetacular, mas muito melhor seria ter feito isto com gente à minha volta a correr. é o que é. que vergonha... :)
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
das fotografias que gosto muito e porquê
esta tirei no Alentejo. gosto do céu acinzentado. gosto das flores do campo e gosto de cor de rosa (em particular deste tom de rosa). pode cair uma "carga de água" a qualquer momento. mas não caiu! e bebi um sumo natural de laranja numa esplanada deliciosa.
e o header do blog andava a ser estudado...
e o header do blog andava a ser estudado...
Basta!
eu sou de reparar nas coisas. gosto de pensar na vida. e fico aborrecida comigo quando sou incapaz de dar a volta a algo que me incomoda, quando só depende de mim faze-lo. questiono-me algumas vezes quando deixarei de ser assim e passo a viver com mais tranquilidade interna, mas também já começo a habituar-me e a aceitar-me, porque existem aspetos desta "turbulência" que, se eu me propuser a resolve-los, só me faz é bem.
li algures que o estado da nossa casa tem muito a ver com o nosso estado interno. e eu admito que sim. e depois é "bola de neve": fico descontente, sem ação para fazer o que é preciso ser feito, olho à minha volta e fico ainda mais descontente e não me apetece fazer nada... já mudou, está muito melhor. tenho conseguido dividir tarefas e ser mais disciplinada com as minhas. mas sei que a organização é um meio e não um fim, por isso é melhor que encaixe isto de uma vez por todas: eu sou organizada.
com o aspeto físico é igual, os maus hábitos alimentares instalam-se, não há vontade de correr, a roupa pendurada no armário que não serve... enfim, tudo isto para dizer que tenho andado a pensar que descurei nisto também - o meu aspeto físico - e mesmo não sendo uma pessoa muito ligada a roupas, sapatos e maquilhagem sofisticada (eu sou mais na onda desportiva, gosto de umas boas sapatilhas, giras!), para mim isso importa-me.
tudo é "bola de neve", até os bons hábitos. e eu sei porque já me aconteceu.
li algures que o estado da nossa casa tem muito a ver com o nosso estado interno. e eu admito que sim. e depois é "bola de neve": fico descontente, sem ação para fazer o que é preciso ser feito, olho à minha volta e fico ainda mais descontente e não me apetece fazer nada... já mudou, está muito melhor. tenho conseguido dividir tarefas e ser mais disciplinada com as minhas. mas sei que a organização é um meio e não um fim, por isso é melhor que encaixe isto de uma vez por todas: eu sou organizada.
com o aspeto físico é igual, os maus hábitos alimentares instalam-se, não há vontade de correr, a roupa pendurada no armário que não serve... enfim, tudo isto para dizer que tenho andado a pensar que descurei nisto também - o meu aspeto físico - e mesmo não sendo uma pessoa muito ligada a roupas, sapatos e maquilhagem sofisticada (eu sou mais na onda desportiva, gosto de umas boas sapatilhas, giras!), para mim isso importa-me.
tudo é "bola de neve", até os bons hábitos. e eu sei porque já me aconteceu.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
este texto é longo, mas estou muito melhor agora
Foram algumas as vezes que me questionaram como fui capaz de prescindir da vida profissional e voltar para casa, outras disseram-me que eram incapazes de fazer essa opção, que não lhes faz confusão os filhos ficarem até tarde na escola ou que não têm vida para sopeiras ou que pura e simplesmente seria impossível essa opção. E eu ouvi e pensei que cada um faz as opções que entende na sua vida, cada um de nós tem o seu contexto familiar e pessoal. Em todos os casos que senti esta crítica sempre considerei que estando no lugar do outro eu também não o faria, tivesse eu uma profissão compensatória a nível remuneratório ou de crescimento profissional, tivesse eu que trabalhar para alimentar os meus filhos certamente não o faria, também sei da vida...
Foram algumas vezes que me disseram que não ia ser capaz, que não me ia adaptar, que não tenho feitio para estar em casa. Também contrariei, porque acho que faz sentido assim, a nossa vida é muito mais tranquila, o V traz o dinheiro com que se pagam as contas e eu oriento tudo por aqui e dou muito mais atenção aos miúdos. Também não tenho avós nem tios por perto que me auxiliem nesta tarefa. Não tinha onde os deixar nas férias a não ser na escola, não tinha com quem os deixar quando adoeciam, não tinha quem os fosse buscar um único dia se eu precisasse de ficar a trabalhar até mais tarde. Foi a mim que me disseram "oh mãe vens sempre tão tarde...". Não me compensava estar a trabalhar fora, tinha que ter empregada (sim, tinha que ter ou ainda seria mais frustante passar o final de semana a limpar), pagar prolongamentos na escola, tinham que comer na escola (agora levam comida feita por mim. é mais barato). Tudo somado era muito pouco o que trazia de rendimento extra para casa. Foi possível tomar esta opção e tomei. Mas não me adapto. Acertaram. Faço tudo para o conseguir, mas nunca estou bem...
Podia candidatar-me a um trabalho qualquer, a minha área de formação não me diz muito. Foi uma má escolha minha. Mas não me arrependo de a ter feito, aprendi muitas coisas. Em tempos, e ainda bafejada pelo desemprego e não pela "dondoquice" de poder estar em casa por ser "rica", pensei aproveitar e voltar aos estudos, mas não me via a aprofundar conhecimentos na área da engenharia civil ou topográfica ou geográfica. De que me valeria aprender uma coisa que não tem muito a ver comigo? Perda de tempo e dinheiro. Gosto das lojas de desporto, das lojas de bricolagem, mas voltaria a uma coisa que já experimentei e já devo ser velha para isso...
Em tempos também me disseram que me faltava um hobby, alguma coisa com a qual me desse gosto gastar o tempo. Mas nessa altura eu não tinha tempo. Agora tenho! Tenho os dias ocupados a cuidar da nossa vida e rotina familiar, mas a verdade é que posso geri-los, estabelecer prioridades e dedicar-me a esse hobby. E assim, arrastei a máquina de costura (a Oliva da minha avó) da arrecadação até ao meio da cave e descobri um mundo que desde pequena acho piada, mas que nunca tinha tido oportunidade de explorar. Deixei de perder tanto tempo "agarrada" à internet em busca sei lá do quê e a aborrecer-me com conteúdos vazios - a internet é um vício desgraçado, arranjem um hobby! Arrumei um espaço para mim, comprei tecidos que desgostei, comecei a perceber de algodão e de sarja, descobri lojas com tecidos muito mais bonitos do que alguns que já comprei e entretanto já comprei uma máquina moderna. E isto é tudo uma agradável novidade. A minha avó costurava, mas não era costureira, não fazia disso profissão, não a via cortar e coser diáriamente. É um gosto meu.
Não tenho pretensões a fazer um negócio já amanhã, sem conteúdo, sem conhecimento. Mas é inevitável pensar que pode ser uma nova oportunidade profissional para mim, com uma diferença: isto eu gosto de fazer. E mesmo que me sinta incomodada com alguns comentários de quem não entende a importância das coisas (para mim), existe quem me dá força, quem me dá ideias, que me apoia nisto. E acima de tudo existo eu, com montes de ideias na cabeça, vontade de arranjar roupa dos miúdos, transformar peças minhas descartadas há muito tempo, fazer coisas cá para casa, oferecer presentes feitos por mim e só isso já me motiva a continuar. E vai aparecendo sempre alguém amigo que me pede qualquer coisa, paga por isso, e eu vou comprando mais tecidos, mais linhas, e é assim que eu vou aprendendo. E sei lá onde isto pode ir parar!
Faço-me lembrar as pessoas que trabalham uma vida inteira e quando se reformam e ficam com mais tempo descobrem uma vocação. Eu tenho a sorte de isso me ter acontecido bem mais cedo. E levo bem melhor os dias assim, dedicando uma boa parte deles a fazer o que gosto. Trabalho que dê dinheiro para pagar as contas todos precisamos, até eu... Isto tudo (a importância que isto tem para mim, o meu blog, a minha página de facebook, a alegria por não me sentir uma mona inútil) tem gerado algumas reações (a indiferença também conta) com as quais eu lido mal, daí o post anterior. Em conversas que tenho tido dizem-me para ser mais condescendente com os outros. Mais uma vez, contrario. Eu já percebi que existem pessoas menos boas, que se acham entendidas na vida, psicólogas dos outros, mas eu acredito em pessoas boas e humanas, condescendentes com os filhos, com a família, com os amigos, com quem amam (com as outras não consigo). E nem me apetece perder tempo com isso. Talvez me passe, a seu tempo, quando eu crescer mais um bocadinho...
Pronto, desabafei.
Foram algumas vezes que me disseram que não ia ser capaz, que não me ia adaptar, que não tenho feitio para estar em casa. Também contrariei, porque acho que faz sentido assim, a nossa vida é muito mais tranquila, o V traz o dinheiro com que se pagam as contas e eu oriento tudo por aqui e dou muito mais atenção aos miúdos. Também não tenho avós nem tios por perto que me auxiliem nesta tarefa. Não tinha onde os deixar nas férias a não ser na escola, não tinha com quem os deixar quando adoeciam, não tinha quem os fosse buscar um único dia se eu precisasse de ficar a trabalhar até mais tarde. Foi a mim que me disseram "oh mãe vens sempre tão tarde...". Não me compensava estar a trabalhar fora, tinha que ter empregada (sim, tinha que ter ou ainda seria mais frustante passar o final de semana a limpar), pagar prolongamentos na escola, tinham que comer na escola (agora levam comida feita por mim. é mais barato). Tudo somado era muito pouco o que trazia de rendimento extra para casa. Foi possível tomar esta opção e tomei. Mas não me adapto. Acertaram. Faço tudo para o conseguir, mas nunca estou bem...
Podia candidatar-me a um trabalho qualquer, a minha área de formação não me diz muito. Foi uma má escolha minha. Mas não me arrependo de a ter feito, aprendi muitas coisas. Em tempos, e ainda bafejada pelo desemprego e não pela "dondoquice" de poder estar em casa por ser "rica", pensei aproveitar e voltar aos estudos, mas não me via a aprofundar conhecimentos na área da engenharia civil ou topográfica ou geográfica. De que me valeria aprender uma coisa que não tem muito a ver comigo? Perda de tempo e dinheiro. Gosto das lojas de desporto, das lojas de bricolagem, mas voltaria a uma coisa que já experimentei e já devo ser velha para isso...
Em tempos também me disseram que me faltava um hobby, alguma coisa com a qual me desse gosto gastar o tempo. Mas nessa altura eu não tinha tempo. Agora tenho! Tenho os dias ocupados a cuidar da nossa vida e rotina familiar, mas a verdade é que posso geri-los, estabelecer prioridades e dedicar-me a esse hobby. E assim, arrastei a máquina de costura (a Oliva da minha avó) da arrecadação até ao meio da cave e descobri um mundo que desde pequena acho piada, mas que nunca tinha tido oportunidade de explorar. Deixei de perder tanto tempo "agarrada" à internet em busca sei lá do quê e a aborrecer-me com conteúdos vazios - a internet é um vício desgraçado, arranjem um hobby! Arrumei um espaço para mim, comprei tecidos que desgostei, comecei a perceber de algodão e de sarja, descobri lojas com tecidos muito mais bonitos do que alguns que já comprei e entretanto já comprei uma máquina moderna. E isto é tudo uma agradável novidade. A minha avó costurava, mas não era costureira, não fazia disso profissão, não a via cortar e coser diáriamente. É um gosto meu.
Não tenho pretensões a fazer um negócio já amanhã, sem conteúdo, sem conhecimento. Mas é inevitável pensar que pode ser uma nova oportunidade profissional para mim, com uma diferença: isto eu gosto de fazer. E mesmo que me sinta incomodada com alguns comentários de quem não entende a importância das coisas (para mim), existe quem me dá força, quem me dá ideias, que me apoia nisto. E acima de tudo existo eu, com montes de ideias na cabeça, vontade de arranjar roupa dos miúdos, transformar peças minhas descartadas há muito tempo, fazer coisas cá para casa, oferecer presentes feitos por mim e só isso já me motiva a continuar. E vai aparecendo sempre alguém amigo que me pede qualquer coisa, paga por isso, e eu vou comprando mais tecidos, mais linhas, e é assim que eu vou aprendendo. E sei lá onde isto pode ir parar!
Faço-me lembrar as pessoas que trabalham uma vida inteira e quando se reformam e ficam com mais tempo descobrem uma vocação. Eu tenho a sorte de isso me ter acontecido bem mais cedo. E levo bem melhor os dias assim, dedicando uma boa parte deles a fazer o que gosto. Trabalho que dê dinheiro para pagar as contas todos precisamos, até eu... Isto tudo (a importância que isto tem para mim, o meu blog, a minha página de facebook, a alegria por não me sentir uma mona inútil) tem gerado algumas reações (a indiferença também conta) com as quais eu lido mal, daí o post anterior. Em conversas que tenho tido dizem-me para ser mais condescendente com os outros. Mais uma vez, contrario. Eu já percebi que existem pessoas menos boas, que se acham entendidas na vida, psicólogas dos outros, mas eu acredito em pessoas boas e humanas, condescendentes com os filhos, com a família, com os amigos, com quem amam (com as outras não consigo). E nem me apetece perder tempo com isso. Talvez me passe, a seu tempo, quando eu crescer mais um bocadinho...
Pronto, desabafei.
domingo, 16 de setembro de 2012
hoje
lembrei-me, mais uma vez, que devo guardar alguns pensamentos meus só para mim. não devo falar do que me incomoda, mas que no fundo tem pouca importância (ou nenhuma). acho que vou pedir uma máquina fotográfica XPTO ao pai Natal! troco isso por a TV no quarto...
a almofada da "Tita"
só tenho a agradecer existir quem me leve a sério... obrigada :)
*faz pendant com a sacolita lilás :)
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