terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
hoje
foi um belo almoço! prevariquei em bom. ele foi vinho tinto, ele foi um bolo de chocolate delicioso. não toquei na batata frita, nem no arroz. mas diz que tenho professora doutora na família :) e também estou muito feliz por isso...
domingo, 24 de fevereiro de 2013
a escola dos meus filhos não tem ar condicionado
ontem tive oportunidade de visitar uma escola secundária do ensino público. do pouco que vi, achei espetaculares as instalações. grande, espaçosa, cheia de luz e à entrada um grande painel digital a informar a temperatura. e talvez que informe outras coisas, espero...
já ouvi dizer que a minha antiga escola secundária (pública) tem ar condicionado em todas as salas. que está excelente!
mas o que me leva a dissertar aqui sobre este assunto é que para mim, que optei por ter os meus filhos a frequentar uma escola privada, não é isso que me cativa. o que eu reparo mesmo é no funcionamento da escola, é no bom desempenho profissional e humano do pessoal que lá trabalha, nos resultados...
na escola deles os alunos também têm acesso a aulas de apoio a algumas disciplinas como a matemática e o inglês, sem pagarmos mais por isso. a diferença é que essas aulas são frequentadas por 5 ou 6 alunos (e não me refiro ao aproveitamento dos miúdos, refiro-me à atenção que pode ser dada pelo professor a cada um dos alunos).
as refeições não custam 1€, porque somos nós pais que as pagamos na totalidade. o estado não paga o vencimento da cozinheira nem o das auxiliares, não paga os móveis do refeitório, os tachos e os talheres... e eles gostam da comida. também podem levar de casa e sempre fica mais económico.
claro que preferia ter os meus filhos na pública, gratuitamente, também pagamos para isso. mas eu não entendo porque umas escolas funcionam e outras não. com agrado, e desde os 3 anos deles, que vejo praticamente os mesmos docentes por lá, capazes de desenvolver o seu trabalho com método, empenho e segurança. e não me parece que o diretor se sinta incomodado em mandar embora quem não cumpra bem as suas funções...
este ano na passagem para mais um ciclo pensámos em tirar o mais velho de lá, talvez lhe fizesse bem sair daquele meio familiar e aventurar-se numa escola maior, com outras realidades. também nos dava jeito ter mais aquele dinheirinho ao fim do mês, mas não... enquanto pudermos e estivermos satisfeitos com a escola, optamos por permanecerem por lá.
e mais: a escola funciona como uma associação sem fins lucrativos. a mensalidade, fora atividades extra, prolongamentos, refeições e visitas de estudo, é paga de acordo com os rendimentos dos pais, o resto o estado chega-se à frente. mas não se assustem os defensores da pública e os que acham que as privadas são (todas) para betinhos (santa ignorância...), é baixo o rendimento que nos permite rever algum dos impostos que pagamos para a educação. e sempre são mais dois lugares vagos na pública, dá para fazerem mais turmas, dar mais emprego aos professores e melhorar a qualidade do ensino (...).
em princípio, se houver seriedade (e acredito que sim), tudo os que os pais pagam serve para pagar vencimentos e as despesas que a escola tem para garantir o seu útil funcionamento. a meu ver excelente ideia para outros serviços e "empresas". haveria certamente trabalho para todos. e trabalhar-se-ia para o bem comum.
já ouvi dizer que a minha antiga escola secundária (pública) tem ar condicionado em todas as salas. que está excelente!
mas o que me leva a dissertar aqui sobre este assunto é que para mim, que optei por ter os meus filhos a frequentar uma escola privada, não é isso que me cativa. o que eu reparo mesmo é no funcionamento da escola, é no bom desempenho profissional e humano do pessoal que lá trabalha, nos resultados...
na escola deles os alunos também têm acesso a aulas de apoio a algumas disciplinas como a matemática e o inglês, sem pagarmos mais por isso. a diferença é que essas aulas são frequentadas por 5 ou 6 alunos (e não me refiro ao aproveitamento dos miúdos, refiro-me à atenção que pode ser dada pelo professor a cada um dos alunos).
as refeições não custam 1€, porque somos nós pais que as pagamos na totalidade. o estado não paga o vencimento da cozinheira nem o das auxiliares, não paga os móveis do refeitório, os tachos e os talheres... e eles gostam da comida. também podem levar de casa e sempre fica mais económico.
claro que preferia ter os meus filhos na pública, gratuitamente, também pagamos para isso. mas eu não entendo porque umas escolas funcionam e outras não. com agrado, e desde os 3 anos deles, que vejo praticamente os mesmos docentes por lá, capazes de desenvolver o seu trabalho com método, empenho e segurança. e não me parece que o diretor se sinta incomodado em mandar embora quem não cumpra bem as suas funções...
este ano na passagem para mais um ciclo pensámos em tirar o mais velho de lá, talvez lhe fizesse bem sair daquele meio familiar e aventurar-se numa escola maior, com outras realidades. também nos dava jeito ter mais aquele dinheirinho ao fim do mês, mas não... enquanto pudermos e estivermos satisfeitos com a escola, optamos por permanecerem por lá.
e mais: a escola funciona como uma associação sem fins lucrativos. a mensalidade, fora atividades extra, prolongamentos, refeições e visitas de estudo, é paga de acordo com os rendimentos dos pais, o resto o estado chega-se à frente. mas não se assustem os defensores da pública e os que acham que as privadas são (todas) para betinhos (santa ignorância...), é baixo o rendimento que nos permite rever algum dos impostos que pagamos para a educação. e sempre são mais dois lugares vagos na pública, dá para fazerem mais turmas, dar mais emprego aos professores e melhorar a qualidade do ensino (...).
em princípio, se houver seriedade (e acredito que sim), tudo os que os pais pagam serve para pagar vencimentos e as despesas que a escola tem para garantir o seu útil funcionamento. a meu ver excelente ideia para outros serviços e "empresas". haveria certamente trabalho para todos. e trabalhar-se-ia para o bem comum.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
coisas da bola
já não o vou ver a jogar à bola amanhã. o meu guarda-redes favorito lesionou-se. "o outro grandalhão rematou com muita força". e lá foi com o pai caminho do hospital, de braço ao peito, muito choroso... vou fazer o bolo que ele mais gosta, de canela :)
pessoas com muitas estrelas
uma delas é a minha sogra, que ontem me ligou a perguntar o que era o nosso almoço e básicamente o meu trabalho resume-se a fazer uma mousse de lima (estou com esta agora), um salame e talvez mais um bolinho. preparar a mesa para o almoço. acordar no sábado e ir ver os meus pequenos a jogar à bola. e esperar que ela chegue do Alentejo com o essencial feito.
quando for grande também quero ser assim para os meus filhos e noras. e que não me calhem umas parvalhonas na rifa, ou temos o caldo entornado.
quando for grande também quero ser assim para os meus filhos e noras. e que não me calhem umas parvalhonas na rifa, ou temos o caldo entornado.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
da rede social
é bom de ouvir e de ler que sentem a minha falta. eu também sinto falta de interagir saudavelmente com alguma pessoas, mas o lado negativo daquilo (a cusquice, as boquinhas de caca, as teorias da inveja, as filosofias da treta e afins que me abalam os nervos) tem ainda um peso maior.
tem dias que é bom sair da toca
e depois da conversa de ontem regressei a casa bem mais tranquila. é complicado para mim gerir a inexistência de uma profissão. e por mais que de momento me sinta segura, a verdade é que também me preocupa o futuro. e esta ausência de perspetivas tem-me ocupado a cabeça. não me vejo regressar à minha área profissional, não me sinto apta para isso, não vejo nada! mas a vida deve ser vivida no presente, com consciência das opções que fazemos, não esquecendo que se tudo correr bem um dia vou ser mais velha e não quero ser um peso para os meus filhos (tenho pensado nisto).
hoje já me apetece preparar o jantar e arrumar as compras que fiz para receber a família no fim de semana. continuar as arrumações profundas na cave, terminar duas almofadas (uma em tricô e outra em patchwork) e arriscar fazer umas cortinas para a sala. calham bem estas mini férias de Carnaval :)
e Siga a Marinha!
notinha: eu sei que a opção de ficar em casa foi minha, mas estou certa que se não o tivesse feito já estaria a contribuir para o número de desempregados.
hoje já me apetece preparar o jantar e arrumar as compras que fiz para receber a família no fim de semana. continuar as arrumações profundas na cave, terminar duas almofadas (uma em tricô e outra em patchwork) e arriscar fazer umas cortinas para a sala. calham bem estas mini férias de Carnaval :)
e Siga a Marinha!
notinha: eu sei que a opção de ficar em casa foi minha, mas estou certa que se não o tivesse feito já estaria a contribuir para o número de desempregados.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
dias assim...
complicado mesmo é o mundo dos adultos. hoje estou assim... triste, desmotivada, com vontade de ficar sossegada no meu canto, sem ter que fazer nada, mas existe o minímo que tem que ser feito, mesmo que seja necessário fazer mais. o mundo não para.
ou conversar, conversar com alguém que me escute, rir um bocadinho, desanuviar... vou tratar disso :)
ou conversar, conversar com alguém que me escute, rir um bocadinho, desanuviar... vou tratar disso :)
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