segunda-feira, 6 de maio de 2013

quinta-feira, 18 de abril de 2013

just me, my self and i

às vezes a melhor resposta ao que e a quem me inquieta seria o silêncio, a completa indiferença, o partilhar de nada do meu mundo, dos meus gostos. às vezes imagino-me a acordar, levar os miúdos à escola, aproveitar este solinho bom, caminhar ou correr, tirar fotos ou não conforme me apetecer, tomar um duche, dedicar-me aos afazeres domésticos, ouvir música, ler mais, dedicar-me aos meus pequeninos projetos criativos. cuidar das minhas plantas. ir até Sintra ou Cascais ou Lisboa mais vezes. sair de casa, ver coisas diferentes, lugares, pessoas. com o jantar já pronto, aninhar-me com eles no sofá a ver as séries juvenis. leva-los ao futebol e reparar como tenho um filho tão crescido! e outro que em breve vou sentir o mesmo (que saudades deles pequeninos). e tantas, tantas coisas boas que podem surgir quando alteramos hábitos. não podemos esperar mudanças se nos comportamos sempre da mesma maneira.

o tempo é tão valioso e eu ainda o desperdiço tanto. queria ser capaz de ninguém saber de mim, só eu...

sexta-feira, 22 de março de 2013

sexta-feira, 1 de março de 2013

novidades da costura: o meu primeiro talego (e corações cheirosos)


Esta semana andei nos corações e nos talegos. Gosto muito destas almofadinhas cheirosas e deste tipo de saquinhos. Já tinha tentado fazer um talego para o pão, sem grande método, cortei, cortei e deixei de lado... Mas, procura daqui, procura dali, descobri um tutorial e mais um blogue com coisas bonitas. Agora sim, já sei como se faz :)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

hoje

foi um belo almoço! prevariquei em bom. ele foi vinho tinto, ele foi um bolo de chocolate delicioso. não toquei na batata frita, nem no arroz. mas diz que tenho professora doutora na família :) e também estou muito feliz por isso...

domingo, 24 de fevereiro de 2013

a escola dos meus filhos não tem ar condicionado

ontem tive oportunidade de visitar uma escola secundária do ensino público. do pouco que vi, achei espetaculares as instalações. grande, espaçosa, cheia de luz e à entrada um grande painel digital a informar a temperatura. e talvez que informe outras coisas, espero...
já ouvi dizer que a minha antiga escola secundária (pública) tem ar condicionado em todas as salas. que está excelente!

mas o que me leva a dissertar aqui sobre este assunto é que para mim, que optei por ter os meus filhos a frequentar uma escola privada, não é isso que me cativa. o que eu reparo mesmo é no funcionamento da escola, é no bom desempenho profissional e humano do pessoal que lá trabalha, nos resultados...
na escola deles os alunos também têm acesso a aulas de apoio a algumas disciplinas como a matemática e o inglês, sem pagarmos mais por isso. a diferença é que essas aulas são frequentadas por 5 ou 6 alunos (e não me refiro ao aproveitamento dos miúdos, refiro-me à atenção que pode ser dada pelo professor a cada um dos alunos).
as refeições não custam 1€, porque somos nós pais que as pagamos na totalidade. o estado não paga o vencimento da cozinheira nem o das auxiliares, não paga os móveis do refeitório, os tachos e os talheres... e eles gostam da comida. também podem levar de casa e sempre fica mais económico.

claro que preferia ter os meus filhos na pública, gratuitamente, também pagamos para isso. mas eu não entendo porque umas escolas funcionam e outras não. com agrado, e desde os 3 anos deles, que vejo praticamente os mesmos docentes por lá, capazes de desenvolver o seu trabalho com método, empenho e segurança. e não me parece que o diretor se sinta incomodado em mandar embora quem não cumpra bem as suas funções...

este ano na passagem para mais um ciclo pensámos em tirar o mais velho de lá, talvez lhe fizesse bem sair daquele meio familiar e aventurar-se numa escola maior, com outras realidades. também nos dava jeito ter mais aquele dinheirinho ao fim do mês, mas não... enquanto pudermos e estivermos satisfeitos com a escola, optamos por permanecerem por lá.

e mais: a escola funciona como uma associação sem fins lucrativos. a mensalidade, fora atividades extra, prolongamentos, refeições e visitas de estudo, é paga de acordo com os rendimentos dos pais, o resto o estado chega-se à frente. mas não se assustem os defensores da pública e os que acham que as privadas são (todas) para betinhos (santa ignorância...), é baixo o rendimento que nos permite rever algum dos impostos que pagamos para a educação. e sempre são mais dois lugares vagos na pública, dá para fazerem mais turmas, dar mais emprego aos professores e melhorar a qualidade do ensino (...).
em princípio, se houver seriedade (e acredito que sim), tudo os que os pais pagam serve para pagar vencimentos e as despesas que a escola tem para garantir o seu útil funcionamento. a meu ver excelente ideia para outros serviços e "empresas". haveria certamente trabalho para todos. e trabalhar-se-ia para o bem comum.