quinta-feira, 30 de maio de 2013

objetivos


estes eram os meus objetivos para 2012. o texto já não me lembro onde o fui buscar, mas continua a fazer sentido para mim. no último fim de semana e depois de uma formação de xadrez e de um torneio entre pais e filhos - em que eu e o pikinalho arrecadamos o 3ªlugar e trouxemos uma taça para casa - dei-me conta que estou a conseguir cumprir alguns. continuo com vontade de caminhar/correr, embora não o faça tão assiduamente como gostaria, mas tem dias que me apetece estar em casa a fazer outras coisas como costurar. a leitura também não corre como o pretendido, pois que o ter muito sono à noite não ajuda, mas a verdade é que vou lendo pequenos textos, poemas na internet ou artigos em jornais e revistas e isso também conta.

mas o que me salta mesmo à vista é eu já saber jogar xadrez! além do movimento das peças já penso mais um bocadinho. muito bom...

quinta-feira, 16 de maio de 2013

de volta à realidade

são algumas conversas, pormenores que reparo, são pequeninas discussões (sim, nós discutimos, entramos em desacordo muitas vezes, somos muito diferentes) que me fazem "acordar". que me fazem pensar que por estar em casa, por me sentir feliz agora, por me sentir confortável e proporcionar mais conforto à minha família tenho que ter objetivos definidos.

quando numa conversa banal eu utilizo o nós fizémos para me referir ao que andamos a fazer no quintal e brincam comigo "nós??!!" de facto não fui eu que fiz os canteiros, não fui eu que fiz os buracos, que fiz o cimento, que fui comprar a tela, o tubo para a rega, não fui eu... eu fiz o almoço, o jantar, separei roupa, estendi-a, engomei-a, limpei a casa, levei o miúdo toda uma tarde de sábado ao xadrez, enquanto o V se dedicou à remodelação que queremos fazer no quintal. não levo a mal, mas custa-me um bocadinho ouvir estas frases feitas, estas noções... a obra dele é mais vistosa que a minha, já percebi.

mas o que me custa mais é dar-me conta que me acomodo. que ponho de lado o meu sonho. que um dia tenho tudo definido, estou pronta a avançar e um momento maravilhoso em família, faz-me derreter, esqueço-me de mim e fico-me, nesta rotina... eu tenho a casa para tratar, tenho muito que fazer, mas distraio-me muito também. a casa e a vida familiar não servem de desculpa. a culpa é minha que tenho que ser mais disciplinada (sempre a mesma tecla). uma coisa eu tenho boa, assumo a culpa destas minhas frustrações, não ando por aí a espalhar veneno, a culpar os outros e falha-me a paciência para gente negativa e lamurienta.

e depois acordo! e mesmo sem gostar muito de listas vou mesmo arranjar uma agenda e anotar os meus objetivos para cada dia. não mudamos as coisas de um dia para o outro, mas com empenho e trabalho diário podemos fazer acontecer.

terça-feira, 7 de maio de 2013

eu e "as casinhas"



tenho adoração por casas. até às placas informativas da venda eu tiro fotos (gosto de em casa ir ver quanto custam e se existem fotos do interior). há dias comentava que se tivesse muito dinheiro comprava cada uma pela qual me apaixonasse. mas a frio acho que digo isso da boca para fora, se o fizesse certamente deixariam de ter o encanto que têm para mim. e o trabalho que dá e chatices... nem pagando! existe um pormenor ou outro que mudava, as grades por exemplo não gosto. fazia isto fazia aquilo. vendiamos a nossa e vinhamos morar para aqui... se gosto de imaginar coisas :)

segunda-feira, 6 de maio de 2013

quinta-feira, 18 de abril de 2013

just me, my self and i

às vezes a melhor resposta ao que e a quem me inquieta seria o silêncio, a completa indiferença, o partilhar de nada do meu mundo, dos meus gostos. às vezes imagino-me a acordar, levar os miúdos à escola, aproveitar este solinho bom, caminhar ou correr, tirar fotos ou não conforme me apetecer, tomar um duche, dedicar-me aos afazeres domésticos, ouvir música, ler mais, dedicar-me aos meus pequeninos projetos criativos. cuidar das minhas plantas. ir até Sintra ou Cascais ou Lisboa mais vezes. sair de casa, ver coisas diferentes, lugares, pessoas. com o jantar já pronto, aninhar-me com eles no sofá a ver as séries juvenis. leva-los ao futebol e reparar como tenho um filho tão crescido! e outro que em breve vou sentir o mesmo (que saudades deles pequeninos). e tantas, tantas coisas boas que podem surgir quando alteramos hábitos. não podemos esperar mudanças se nos comportamos sempre da mesma maneira.

o tempo é tão valioso e eu ainda o desperdiço tanto. queria ser capaz de ninguém saber de mim, só eu...

sexta-feira, 22 de março de 2013